POESIA AMBULANTE | VERSOS COLETIVOS
3 março 2011
7 Comentários
PSIUPOÉTICO25 comemoração continuada apresenta:
POESIA AMBULANTE | VERSOS COLETIVOS
O Grupo de Literatura e Teatro Transa Poética promove em 2011 a comemoração continuada de 01 quarto de século do Salão Nacional de Poesia Psiu Poético. As ações terão início com o projeto POESIA AMBULANTE, VERSOS COLETIVOS, a partir de 14 de Março, dia Nacional da Poesia e aniversário de vida do Poeta abolicionista Antônio de CASTRO ALVES (1847 – 1871).
Com o desejo de popularizar cada vez mais a literatura e as artes poéticas, o projeto consistirá em disponibilizar nos veículos e nos pontos de embarque do sistema de
transporte coletivo, livros, poemas avulsos e performances artísticas. Para esse, que será um projeto piloto dos dias 14 a 20 de março, mas prosseguirá em novas oportunidades, serão utilizadas parcerias público-privadas e doações constantes de livros, oportunizando uma ação continuada e dinâmica.
No decorrer desses dias do projeto, poetas, atores e performers, farão intervenções poéticas durante as viagens dos coletivos urbanos.
Autores, editoras e entidades literárias, empresas e pessoas que quiserem doar livros e cartazes poéticos, podem enviar o material para:
Grupo de Literatura e Teatro Transa Poética
A/C do Poeta Aroldo Pereira
Pça. Dr. Chaves 32- Centro
39400 005 Montes Claros – MG – Brasil
tels: 38.9112.7011 | 38.3229.3458









Recebi um e-mail de vocês e achei a ideia muito interessante, existe na bibliotecas de algumas escolas púlblicas um cd-room feito pela fundação Banco do Brasil e associados, com poemas declamados de Castro Alves,(1847 a 1871) SONY MUSIC serial 982-431 se for possivel cloná-lo, o mesmo poderá ser distribuido nas ruas e em outras entidades, você pode usálo como material de apoio. Caso Não consigam ai em MOC, mande um endereço para o meu e-mail que envio uma cópia a tempo. Espero está colaborando com a difusão da obra deste grande poeta brasileiro que nunca deve ser esquecido… Muito obrigado pela atênção.
Recebi um e-mail de vocês e achei a ideia muito interessante, existe na bibliotecas de algumas escolas púlblicas um cd-room feito pela fundação Banco do Brasil e associados, com poemas declamados de Castro Alves,(1847 a 1871) SONY MUSIC serial 982-431 se for possivel cloná-lo, o mesmo poderá ser distribuido nas ruas e em outras entidades, você pode usá-lo como material de apoio. Caso Não consigam ai em MOC, mande um endereço para o meu e-mail que envio uma cópia a tempo. Espero está colaborando com a difusão da obra deste grande poeta brasileiro que nunca deve ser esquecido… Muito obrigado pela atênção.
[...] Psiu Poético Esta entrada foi publicada em friends. Adicione o link permanente aos seus favoritos. ← Tiago Recchia [...]
O Psiu prossegue na longa caminhada de lapidar o diamante da poesia. Especialmente neste ano em que o projeto completa 25 anos, farei questão de estar presente.
Queridos dá para retirar o primeiro comentário (repetido) da página.
Ainda estou com o Cd room sobre Castro Alves se precisarem mande o endereço para envio ou pegue pessoalmente com um dos alunos(à combinar o nome) da unimontes ai em Moc. Em breve vou tentar visitá- los pessoalmente, Abraços de Pirapora e região.
Difundir poesia é sempre bom; se precisarem de livros de onde retirar ppoemas, escrevam-me; tenho três bons livros publicados.;
Um canto oculto
Ainda claro
Escuta no silêncio macio
Uma voz que alça vôo
Em um tempo adormecido
Pelas luas de tuas madrugadas
A vida vem e pulsa
Cheia de cores e dias
Versando noites
Para amanhecer ruas nuas nuas
Outra tarde se fará semente
Entre os lábios do Sol
Meu desejo se faz presente
Adia uma partida
Que já trás em seu colo
Alguém que dorme de manha
Meu jeito de amar faz teus dentes rirem
Mas os rios da vida fluem
E deixam teu amor ir
Para onde os braços do tempo não alcançam
E eu sei que existe outra passagem
Outra via que é miragem
No mar celestial da alma
Cântaros Azevedos e Gonçalves Dias
Entre Campos de Pessoa Drummond passeia
E logo logo caetanialísticos buarques
Ousam atravessar a bossa sempre nova
Dos happers de João Gilberto
Que nos diz o certo
Em linhas dissonantes
Da menina ainda linda
A desfolhar as areias findas
Os pés descalços sobre um coração carmim
Segue a canção nua nua
Como este país despetala
Seu povo do seu canto claro raro
Da sua vida amiga
Dos seus dias
Do seu próprio eu tardio em nascer
Mas que brilha
Para além deste mar
Outras ilhas vão te conhecer
Em algum dia
Quando o nativo raiar dos negros solares
Amar teu canto macio
Apalpar teu ventre no cio
Beijar tua boca queixo cardume
Amanhã são teus olhos que acordarão
E meu canto irá pousar sobre as águas fundas dos rios
Até desaguarem nos mares de outros tempos
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